Estou escrevendo vários textos ultimamente. O papel acabou, portanto preciso repassá-los a diante. Em breve aqui, novos textos, reflexões e lapsos e uma história para você seguir sempre que possível. Nem que seja no intervalo de sua novela.
Em primeiro instante, por um segundo, segundo eu, tive um terceiro plano. Plano este que só cabe à mim, mas posso compartilhar com qualquer um que possua alcance. Ainda não descobri que plano é este, mas sei que o tive e que é preciso desenvolvê-lo. Sinto que se trata de algo a ver com percepção. Analise: O que se percebe é o que se vê? O movimento de todas as minhas observações sempre partem de um lugar e acabam chegando a outro. E foi aqui que chegaram. Mas isto não é o fim, mas sim a finalidade. Se houver conclusão eu já não posso fazer esta decisão, porque talvez possam adquirir uma nova continuidade. Como tudo que circula ao nosso redor, sem parar pra reparar o quão desconhecido somos nós. É aí que entra o céu que somos. Para enxergá-lo, é preciso encarar: até mesmo no chão, é possível erguer a cabeça. E, inverso ou não, os sentimentos serão sempre assim, como todos os habitantes do mundo. Você sabe que eles existem, mas não os conhece.