Em primeiro instante, por um segundo, segundo eu, tive um terceiro plano. Plano este que só cabe à mim, mas posso compartilhar com qualquer um que possua alcance. Ainda não descobri que plano é este, mas sei que o tive e que é preciso desenvolvê-lo. Sinto que se trata de algo a ver com percepção. Analise: O que se percebe é o que se vê? O movimento de todas as minhas observações sempre partem de um lugar e acabam chegando a outro. E foi aqui que chegaram. Mas isto não é o fim, mas sim a finalidade. Se houver conclusão eu já não posso fazer esta decisão, porque talvez possam adquirir uma nova continuidade. Como tudo que circula ao nosso redor, sem parar pra reparar o quão desconhecido somos nós. É aí que entra o céu que somos. Para enxergá-lo, é preciso encarar: até mesmo no chão, é possível erguer a cabeça. E, inverso ou não, os sentimentos serão sempre assim, como todos os habitantes do mundo. Você sabe que eles existem, mas não os conhece.